sexta-feira, 27 de abril de 2012

Do Epicurismo: primeiro rabisco

O prazer, como bem principal e inato, não deve ser buscado a todo custo e de forma indiscriminada, afinal isto poderá resultar em dor em algumas oportunidades.


Deve haver prudência até na busca da felicidade.


Aqui, a máxima da qualidade em detrimento da quantidade se faz suprema.












O que preferir, então? O que buscar? E por que caminhos? Pequenos e imediatos prazeres, ainda que possam trazer algum tipo de infelicidade depois? Ou prazeres mais reais e duradouros, ainda que através de processos dolorosos?

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